Sobre o ITAQ
O Instituto Técnico Agrário do Quéssua (ITAQ) n.º 51, é uma instituição do subsistema de ensino técnico-profissional que se localiza no sector do Quéssua, à 15km do município de Malanje, na província Malanje. O instituto é de propriedade do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Agricultura e Pescas de Angola.
O ITAQ é vocacionado na formação de quadros do sector agrícola, tendo como ênfase os cursos de Gestão Agrícola e Produção Vegetal.
O Instituto Técnico Agrário do Quéssua n.º 51, desde a sua reinauguração, injectou no mercado de trabalho angolano cerca de dois mil, cento e dezesseis (2.116) formados, nos mais variados cursos, especificamente, trezentos e quinze (315) formados em Construção Civil, trezentos, noventa e quatro (394) formados em Energia e Instalações Elétricas, quinhentos, trinta e oito (538) formados em Gestão Agrícola e oitocentos, sessenta e nove (869) formados em Produção Vegetal.
O Instituto Médio Agrário de Malanje (IMAM), actualmente Instituto Técnico Agrário do Quéssua (ITAQ), é uma Instituição pública afecta ao Ministério da Educação, vocacionada para a formação de técnicos médios nas especialidades de Produção Vegetal e Gestão Agrícola. Encontra-se situada há 15 km do centro da cidade de Malanje numa povoação, pertencendo ao actual Município do Quéssua.
Este texto será justificado, preenchendo todo o espaço disponível na linha, com espaçamento entre as palavras.
A população habitante do Quéssua é maioritariamente camponesa, não obstante, existem pequenos criadores de aves, caprino, suínos e ainda alguns pequenos comerciantes. A agricultura praticada pela população é subsistência destacando-se o cultivo de mandioca, milho, feijão, hortícolas diversas (couve, cebola, tomate, repolho, etc) e frutícolas (principalmente abacateiros e mangueiras).
Quanto à sua existência, foi construída de raiz nos anos de 1988 a 1992, pela empresa Italiana STALD. Após concluída as obras, aos 27 de Agosto de 1992, um mês antes das eleições presidenciais o instituto com a capacidade de 500 alunos em regime de internato foi inaugurado por sua Excelência Ex- Presidente José Eduardo dos Santos. No ano de 1993, pela primeira vez foram matriculados aproximadamente 200 alunos para o arranque do ano lectivo. A direcção da escola, por orientação do Ministério foi criada uma comissão instaladora coordenada pelo Sr. Manuel António da Silva.
Após as eleições em setembro de 1992, começou os conflitos militares, que desestabilizou a sociedade civil nesta região, em que a via de acesso ao instituto era alvo de acionamento de minas, despovoando o sector do quéssua.
Por força maior em função dos conflitos entre o MPLA e a UNITA as turmas criadas no Instituto, os estudantes foram transferidos para a escola Amilcar Cabral para instaurarem-se até a situação melhorar.Quatro meses ficaram na escola Amilcar Cabral, quando a partir do Ministério veio uma orientação para cancelarem as aulas por falta de condições para realizarem as aulas práticas.
A comissão instaladora, passou a exercer as suas funções na delegação da educação até ao ano de 1996.Devido aos conflitos armados a estrutura da escola foi destruída e por necessidade maior iniciou a sua reabilitação em 30 de março de 2006 pela empresa Chinesa SINOHIDRO, no âmbito do projecto de um pacote de Acordo Estrutural de Petróleo, Crédito, Economia e Comércio assinado entre os dois governos da China e de Angola, sendo o símbolo da paz e amizade dos governos e dos povos dos dois países e foi concluída em 20 de Março de 2007. A escola ocupa uma área de 80000 𝑚^2, das quais a superfície de construção é de 14000 𝑚^2, pode fornecer aulas para 1900 alunos em três turnos.